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quinta-feira, 16 de julho de 2026

Radialistas trocam insultos pesados e acusações graves de agressão e "mamata" ao vivo em Mombaça

O clima esquentou de vez nos bastidores e nas ondas do rádio no município de Mombaça, no Sertão Central do Ceará. Uma troca de ofensas e acusações graves entre dois conhecidos comunicadores da região ganhou repercussão rapidamente nesta quinta-feira (16), expondo uma forte rivalidade que mistura política local, disputa de audiência e ataques pessoais.

O embate começou com provocações de um dos locutores direcionadas ao colega de profissão, apelidado de "Pinguim". Na transmissão, o radialista disparou que as "arruaças" do rival não o amedrontavam e o acusou de utilizar áudios de sua voz fora de contexto para indispor a opinião pública e servidores municipais contra ele.

"Se o serviço não está funcionando, é falta de responsabilidade da prefeitura, é falta de responsabilidade da Secretaria da Saúde", dizia o trecho do áudio compartilhado. O locutor subiu o tom e mandou um recado direto ao rival: "Aguenta, Pinguim, e para de choradeira que está feio. A mamata está acabando e, se eu puder contribuir para fazer essa sua mamata acabar, eu vou fazer".

A resposta e a subida de tom

A tréplica não demorou e veio com acusações ainda mais pesadas. Em tom de forte indignação, o outro radialista rebateu as provocações, negou qualquer tipo de privilégio financeiro ("mamata") e afirmou trabalhar duro em três emissoras de rádio de cidades diferentes.

O comunicador foi além e desferiu ataques pessoais graves, chamando o rival de "agressor de mulher" e exigindo retratação imediata. "Você está confundindo a pessoa, meu irmão. Quem saiu dentro de uma caixa de geladeira em Boa Viagem foi Carlos Salvador, eu nunca saí de freezer não, seu imbecil, seu agressor de mulher", disparou.

O radialista que se defendeu das acusações afirmou ainda estar em posse da "ficha corrida" do rival, ameaçando expor os documentos detalhadamente durante seu programa de rádio. Ele encerrou a transmissão exigindo respeito e pedindo para ter seu nome esquecido pelo colega de imprensa: "Você não me amedronta. Você pode bater em mulher, agora você me respeite. Esqueça meu nome, vai viver a sua vida que eu vivo a minha".

O episódio evidencia o nível de tensão na comunicação regional, onde disputas de narrativas sobre a gestão pública frequentemente descambam para o campo pessoal. Até o momento, não há informações se o caso foi registrado formalmente perante as autoridades policiais ou se haverá representação judicial por calúnia e difamação de ambas as partes. Ou se é apenas o LERUAITE "disse-me disse pelo não disse" de programa políticos.
Vídeo reprodução Copilado da rede social whatsapp

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