Fonte: Copom 9ºBpm/Cpi Sul
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Policia de Solonópole realiza no Distrito de Cangati TCO por porte ilegal de arma
Apreensão de moto na praça do distrito Assunção Solonopole
Fonte: Copom 9ºBpm/Cpi Sul
sábado, 17 de janeiro de 2015
Palio choca-se contra uma vaca no Cipó em Milhã
Dados do Automóvel: Pálio; 2012/2013; cor prata; placas OIA 9239 – Irapuan Pinheiro
Dados do condutor: J. R. C.; 42 anos.
Copom.
Vice-Prefeito de Solonópole Carlos Kleber participou da inauguração da Faculdade Cisne em Quixadá
A convite do Bispo Dom Adélio, o Vice Prefeito de Solonópole, Carlos Kleber, participou da inauguração. Vários Deputados Estaduais: Leonardo Pinheiro, Rachel Marques, Deputados Federais: Odorico, Danilo Forte, Prefeitos, Vice-Prefeitos, Vereadores, participaram da inauguração. Engenharia Civil, engenharia elétrica, nutrição, serviço social, veterinária e etc, são alguns cursos ofertados pela Cisne. Confira Fotos.
INPE Chances do Ceará ter chuvas abaixo da média são de 45%
Previsão do Inpe considera os
estados localizados no norte do NE. Análise foi fornecida ontem para a Funceme
e complementará relatório do órgão sobre a quadra chuvosa no Ceará, que deve
ser divulgado próxima semana.
Análises do Instituto Nacional de
Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que, nos estados localizados na área norte
do Nordeste, há 45% de chances de a quadra chuvosa ser abaixo da média. No
Ceará, pelo menos oito órgãos do Governo do Estado se reuniram na última
quinta-feira, 15, no gabinete do governador Camilo Santana (PT), para discutir
ações de combate e convivência com a estiagem.
Se as previsões se confirmarem, o
Estado terá o quarto ano seguido com poucas chuvas. Em 2014, a previsão da
Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) foi de que as
chances de chover abaixo da média no Ceará eram de 40%. Com precipitações que
somaram 461,9mm, a quadra chuvosa acabou sendo 24% abaixo da média.
O prognóstico do Inpe deverá
complementar os estudos da Funceme para 2015, que serão divulgados na próxima
semana através de relatório. As análises feitas todos os anos incluem três
porcentagens: de chuvas acima da média, na média e abaixo da média. De acordo
com o meteorologista Raul Fritz, da Funceme, estão sendo aguardadas as rodadas finais
com os resultados dos modelos meteorológicos dos computadores. “Não temos
conclusões ainda, mas o quadro geral continua preocupante”, disse.
Ainda em junho do ano passado, o
órgão alertou para os 80% de chances de formação do El Niño. O fenômeno gera
uma circulação atmosférica que causa descida do ar sobre as regiões Norte e
Nordeste, impedindo que o vapor quente suba e forme nuvens de chuva. Conforme
Raul Fritz, o El Niño tem registrado temperaturas abaixo de 0,6°C. “Está na
categoria fraco, então exerce menor influência. Dificilmente ele irá se
intensificar e pode até perder força”, avaliou. As conclusões sobre a
intensidade do fenômeno só deverão ocorrer em março.
Ações governamentais - Conforme o
titular da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA), Dedé Teixeira, na
reunião de quinta-feira cada órgão apresentou projetos programados e executados
em relação aos efeitos da estiagem. A ideia é formular um relatório que será
apresentado pelo governador Camilo Santana (PT) após o prognóstico da Funceme.
“Estamos compilando informações
sobre abastecimento, cidades que correm o risco de entrar em colapso, programas
produtivos, obras que têm recursos garantidos, como está o uso da água”, citou.
Ontem, outra reunião foi
realizada, desta vez na sede da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
(Cogerh) e tratou do abastecimento humano dos municípios de Alcântara, Canindé,
Caridade, Caririaçu, Crateús, Ipaporanga, Ipu, Nova Russas, Varjota, Irauçuba,
Maranguape, Pacujá, Potiretama, Quiterianópolis, Solonópole e Tauá.
“Trabalhamos com o pior cenário.
A situação poderá ser muito séria porque já temos três anos de forte estiagem”,
alertou o titular da SDA.
Número - 461,9mm foi o total que choveu durante a
quadra chuvosa de 2014 no Ceará - 24% abaixo da média histórica
Saiba mais - Os órgãos que
estiveram na reunião no gabinete do governador foram: Secretaria do
Desenvolvimento Agrário (SDA); Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural
do Ceará (Ematerce); Superintendência de Obras Hidráulicas (Sohidra); Cogerh;
Secretaria da Infraestrutura do Estado (Seinfra); Companhia de Água e Esgoto do
Ceará (Cagece); Defesa Civil e Secretaria do Planejamento e Gestão (Seplag).
De acordo com dados da Funceme,
as chuvas nos últimos anos foram: 2014 (normal: 804,9mm, observado: 566,5mm,
desvio de -29,6%), 2013 (normal: 804,9mm, observado: 551,2mm, desvio de
-31,5%), 2012 (normal: 804,9mm, observado: 388,9mm, desvio de -51,7%), 2011
(normal: 804,9mm, observado: 1034mm, desvio de 28,5%).
Fazem parte do norte do Nordeste
os estados do Piauí, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e Pernambuco.TATIANA
FORTES Fonte: OPOVOonLINE
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Assaltante é preso dentro de caixa d’água de hotel
Foi preso, nesta quinta-feira (16), dentro de uma caixa d’água de um hotel em Banabuiú, o suspeito de práticas de assaltos nas cidades de Jaguaretama, Solonópole e Banabuiú, Alan Baltazar, vulgo Buiú. Segundo a Polícia o último assalto por ele aconteceu em Solonópole, onde ele roubou uma motocicleta. Buiú disse aos policiais que trocou a motocicleta roubada por aproximadamente R$ 300,00 em drogas na cidade de Quixadá.
A ação contou com as participações de equipes da Polícia Militar de Banabuiú e da Polícia Civil de Quixadá. Com a prisão de Buiú, os policiais conseguiram localizar e estourar a “boca de fumo” onde ele havia trocado a motocicleta, no bairro Campo Novo. Lá os policiais apreenderam 268 trouxinhas de maconha, duas pedras de crack, um cachimbo, quatro telefones celulares e ainda uma balança de precisão e 637 gramas de um pó branco, provavelmente utilizado para mistura e desdobramento de cocaína.
Por Marcelo Raulino CearaAgora.
Prefeito Otacilio Macedo de Milhã se prepara para a Semana do Município 2015
O objetivo era e continua sendo valorizar o trabalho desenvolvido e difundir a arte e cultura local, divulgar os potenciais do município do setor agropecuário, das tradições regionais, gastronomia e artesanato e ser uma festa não só para Milhã, mas para toda a população. Em poucos dias o município de Milhã estará completando seus 30 (Trinta) anos de emancipação política.
Milhã tornou-se Município conforme Lei nº 4.448, de 3 de janeiro de 1959. Suprimido, conforme Lei nº 8.339, de 14 de dezembro de 1975 e restaurado na forma da Lei nº 11.011, de 5 de fevereiro de 1985, com modificações introduzidas segundo Lei nº 11.169/86.
Repercute nas redes sociais: Administração de Solonópole agride o meu ambiente e a saúde publica
Nestas
fotos podemos observar que existem duas secretarias envolvidas na eminência de
prejudicar uma terceira, Secretaria de Infra-estrutura e Meio-ambiente,
Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca e Secretaria de Saúde, respectivamente.
Caçambas
agregada a Secretaria de Infra-estrutura e Meio-ambiente despejando resto de
matéria orgânica no Posto Agrícola e o pior, queimando o material a uma
distancia pouco mais de 30m do Hospital e Maternidade Maria Suely Nogueira
Pinheiro
APARENTEMENTESEM LIDERANÇA, sem um orientador que dê harmonia entre as SECRETARIAS, demonstrando
incompetência, irresponsabilidade e a falta bom senso com a coisa publica e com
a POPULAÇÃO, quero acreditar que os respectivos SECRETÁRIOS não tinham
conhecimento deste ABSURDO.
Como
alguém de sã consciência faz queimada a poucos metros de um hospital?
Já
imaginou se a fumaça adentra NO HOSPITAL? Como ficariam os pacientes?
O grau de
irresponsabilidade é cada vez MAIOR, imaginemos se não tivéssemos o aterro SANITÁRIO,
AONDE IRIAM INCINERA ESTE MATERIAL?
Nosso
intuito não é de denegrir a administração ou a pessoa do prefeito, apenas
ajudar, mostrando o que esta acontecendo para que tomem providencias cabível e
que vejam que seus vereadores estão ATIVOS.
A função
do vereador é fiscalizar e ajudar à população, fazendo justiça a função que
lhes foram confiada. Além disso, vamos continuar fiscalizando e mostrando ao
povo os ACERTOS e ERROS que acontecem e que muitas vezes NÃO chegam ao
CONHECIMENTO do publico.
Abrimos
espaço para que JUSTIFIQUEM ESTA AÇÃO, estaremos disposto a correção DENTRO DA
ÉTICA E RESPEITO.
Confira OS RETRATOS DA QUEIMADA.
Município de Banabuiú divulga programação da festa do município
Administração agride o meu ambiente e a saúde publica de Solonópole
Confira MAIS FOTOS.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Milhã: Primeira Dama mais uma está vez entre os melhores secretárias do Brasil

Premiação ano 2013 - A "Grand Gestor do Brasil 2014", é destinado a Gestores Públicos Municipais que mais se destacaram no ano de 2014.
Érica Silva primeira Dama de Milhã e atual Secretária de Educação está mais uma vez entre os melhores gestores do Brasil.
O anúncio chegou por Email, que foi enviado pela Premium Brasil, empresa responsável pela analise de gestores/secretários que se destacam por todo o Brasil. A primeira Dama já havia sido destaque no ano de 2013, repetindo o bom trabalho no ano de 2014 seu nome figura entre os melhores Secretários.
A Comenda Grand Gestor do Brasil será entregue em Noite de Gala no maior Resort do Brasil, a Costa do Sauípe - Bahia, e reunirá Homens e Mulheres que são destaques Nacionais e fazem a diferença no nosso País. Por telefone Érica conversou com a redação do DM, a Secretária frisou a alegria em mais um ano ser contemplada com esta premiação a nível estadual e atribuiu a toda sua equipe de trabalho os bons resultados. Por DivulgaMilha.
Paul Krugman conquista os marcianos
Paul Krugman recentemente argumentou que “conquistar é para perdedores” (“Conquest is for Losers“, New York Times,
21 de Dezembro) como Vladimir Putin: “Não é possível tratar uma
sociedade moderna da forma que a antiga Roma tratava uma província
conquistada sem destruir as riquezas que você está tentando conquistar.
Nesse meio tempo, a guerra ou a ameaça da guerra, ao perturbar o
comércio e as conexões financeiras, causa grandes custos, muito mais
altos do que os gastos diretos de manutenção e emprego de exércitos. A
guerra torna você mais pobre e fraco, mesmo se você vencer”.
Quando os agressores de fato lucram no mundo atual, isso ocorre
“invariavelmente em locais onde matérias-primas são a única fonte real
de riqueza”, através da extração de bens portáteis como diamante e
marfim. Porém, a riqueza interconectada e intangível das finanças
modernas não pode ser roubada dessa maneira. A invasão de Putin da
Crimeia foi uma vitória militar fácil, mas que rapidamente se tornou um
problema econômico, multiplicado pela exclusão da Rússia do suporte
financeiro global.
Esse excelente resumo dos benefícios da cooperação econômica, explicando
a divisão do trabalho e a heterogeneidade da riqueza, é bem vindo
quando escrito pelo economista que disse em 14 de setembro de 2001 que
“o ataque terrorista — como o dia da infâmia, que acabou com a Grande
Depressão — poderia trazer alguns benefícios econômicos”, uma vez que “a
destruição não é grande se comparada à economia, mas a reconstrução
gerará pelo menos alguns aumentos de gastos empresariais”, e que afirmou
na CNN que “se nós descobríssemos que alienígenas planejam um ataque e
precisaríamos de um acúmulo enorme para contra-atacar a ameaça alien,
colocando inflação e déficits orçamentários como considerações
secundárias, esta recessão acabaria em 18 meses” (desde então, Krugman
afirmou que estava fazendo uma “piada” no último caso, mas a versão do
11 de setembro não é tão engraçada).
Neoconservadores, como Krugman observa, elogiam abertamente os métodos
de Putin, identificando-os como versões mais diretas dos seus (e
ignorando seu keynesianismo militar). Esses paralelos são inevitáveis em
economistas estatistas. Outras agências com iniciais diferentes podem
ser mais leves que a KGB, mas “a violência e as ameaças de violência,
suplementadas pelo suborno e pela corrupção” permanecem sua única fonte
de riqueza. Outra coluna com a mesma tese (“Why We Fight“,
18 de agosto) observa: “É muito difícil extrair ovos de ouro de
economias sofisticadas sem matar a galinha no processo”. Essas mudanças
em direção à heterogeneidade e à descentralização, auxiliadas por
possibilidades nascentes como as criptomoedas, dificuldam a extração de
riqueza e a tornam mais difícil de taxar.
O estado keynesiano do século 20 foi construído sobre uma base econômica
de uso massivo de matérias-primas, inclusive o petróleo que Krugman
aponta como o motivo oculto da existência do ISIS. Ironicamente, ninguém
foi mais presciente sobre a necessidade de transcender a economia
baseada em combustíveis fósseis que um dos maiores representantes do
movimento libertário — que frequentemente é visto como só uma fachada
das grandes petroleiras — Karl Hess. No documentário vencedor do Oscar
de 1980 Karl Hess: Toward Liberty,
ele observou: “A energia solar tem implicações muito amplas. Ela está
disponível em todo o mundo. É muito descentralizada. Se a energia puder
ser coletada em qualquer parte da Terra, isso significa que mecanismos
centrais não são necessários, que podemos produzir coisas importantes
localmente”. Logo, “o Sol diz ‘liberdade'”. Da mesma forma que a
economia livre que ele alimentaria.
Joel Schlosberg é ativista e colunista do Centro por uma Sociedade Sem Estado (c4ss.org)
Tentativa de roubo a carro forte, seguida de apreensão de armas de fogo explosivos e prisão dos infratores RUSSAS-CE
1. DOS FATOS E DA AÇÃO PM: Informo que hoje, 14.01.2015, por volta das 16h00, no KM 132 da BR
116, em Russas-CE, ocorreu uma tentativa de roubo aos Carro Forte: CF 275 –
placa OSU 0017 e CF 279 – placa OSV 6690, da Empresa de Transporte de Valores
“CORPVS”, os quais após serem atingidos por alguns disparos de arma de fogo,
foram seguidos por um veículo TOYOTA COROLA XEI 2.0 FLEX, de cor preta,
ano/modelo 2011/2012, em nome de Antônio Farias de Holanda, no qual se
encontravam 05(cinco) indivíduos, que passaram a efetuar disparos em direção
aos veículos da referida empresa. Os vigilantes que se encontravam no blindado revidaram
a ação dos infratores, o que fez com que os mesmos recuassem. Em seguida, já dentro dos limites da Fazenda 320, os
infratores abandonaram o veículo em que trafegavam e atearam fogo no mesmo,
antes porém, no mesmo local roubaram do comerciante JADER JUNIOR DE SOUZA LEITE,
nascido aos 19.08.1959, natural de Ouricuri-PE, filho de Jader Nunes Leite e
Maria da Conceição de Souza, residente na Rua 02 nº 405 – COHAB 04, na cidade
de Petrolina-CE, sua Caminhonete Hilux de cor prata, ano 2007, placa JQY 9987,
e fugiram em direção a cidade de Russas. Alguns minutos depois, ainda na BR
116, próximo a entrada do distrito de Barracão, zona rural de Russas, houve um
confronto entre a policiais do COTAR e os infratores, os quais após uma intensa
troca de tiros abandonaram o veículo e fugiram se embrenhando na mata. Passadas
algumas horas, depois de um novo confronto com a Polícia, já na zona rural de
Palhano, os infratores fizeram uma família de refém e se refugiaram na
residência, na qual se encontravam. A casa foi cercada pela Polícia e depois de
muita negociação, por volta das 23h30min, os infratores se renderam. A partir
deste momento equipes do COTAR assumiram a ocorrência e conduziram os
infratores e as vítimas (reféns), bem como tudo que foi apreendido em poder dos
infratores: 05(cinco) fuzis; 02(duas) pistolas; 01(uma) espingarda calibre 36;
várias munições; e explosivos (demais dados não informados) para a cidade de
Fortaleza. Participaram da operação equipes do COTAR; COTAM; GATE; CIOPAER;
COIN; CCPI SUL; FTA; RONDA DO QUARTEIRÃO; POG PRF e policiais das cidades
circunvizinhas. Toda operação foi coordenada pelos Coronéis: JÚLIO – CMT DO
CCPI NORTE e SOARES – CMT DO CCPE. Vale salientar que 02(dois) dos infratores
identificados como: ÂNGELO MARCIO RODRIGUES, nascido aos 16.10.1978, natural de
Quixadá, filho de Maria Zenilda Azevedo Rodrigues, que responde a procedimentos
na justiça pela prática de roubo, e PAULO SÉRGIO DE OLIVEIRA, nascido aos
26.01.1983, natural de Quixadá, filho de Francisca Nete de Oliveira, foram
lesionados a bala na altura do abdome e depois de receberem atendimento médico
foram conduzidos para Fortaleza. Quartel
em Russas-CE, 14 de Janeiro de 2015.
Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social - COORDENADORIA
INTEGRADA DE OPERAÇÕES DE SEGURANÇA – CPI
RELATÓRIO
DE OCORRENCIA POLICIAL AO SR. CEL. COMANDANTE DO CPISUL
Francisco Elicildo de Oliveira - SGT PM. - Operador de Comunicações.
Banabuiú realizará Carnaval das águas em 2015
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Só é censura quando os outros fazem
Erick Vasconcelos - O lamentável ataque terrorista à sede do jornal satírico francês Charlie Hebdo,
que causou a morte de 12 pessoas e feriu outras 11, estimulou diversas
reações, do público, de jornalistas sensibilizados e de governantes que
pretendem extrair ganhos políticos da situação. No meio do pânico, a
histeria islamofóbica novamente dá o ar da graça (devido às motivações
religiosas do ataque) e o Charlie Hebdo foi alçado à categoria
de ícone — que provavelmente seria rejeitada pela iconoclastia de sua
própria linha editorial — com a campanha #JeSuisCharlie.
A tragédia humana do Charlie Hebdo,
porém, só tende a ser multiplicada com a exploração política do evento
pelos governos ocidentais, que já começaram a agitar suas máquinas de
propaganda para engendrar um conflito civilizacional. O presidente da
França François Hollande afirmou que
o ataque foi um ato de “excepcional barbarismo” contra “um jornal, um
órgão de livre expressão”. Segundo Hollande, tratou-se de “um ato contra
jornalistas, que sempre tentaram mostrar que na França é possível
defender as próprias ideias”.
O presidente americano Barack Obama não deixou de sublinhar o
fato de que os terroristas, em contraposição à instituição representada
por ele, “temem a liberdade de expressão e de imprensa”. Segundo ele,
porém, terroristas não serão capazes de silenciar a ideia fundamental
compartilhada por franceses e americanos, a “crença universal na
liberdade de expressão”.
O primeiro ministro do Reino Unido David Cameron reforçou a
“união” de franceses e britânicos “na luta contra o terror e na defesa
da liberdade de imprensa”. Para a chanceler alemã Angela Merkel, foi um
“ataque à liberdade de imprensa”. A presidente brasileira Dilma
Rousseff, para não ficar para trás, declarou que o atentado foi um “inaceitável ataque a um valor fundamental das sociedades democráticas: a liberdade de imprensa”.
Apesar do barbarismo e da violência extrema do ataque ao Charlie Hebdo,
não seria de se surpreender que os governantes ocidentais estivessem
absolutamente extasiados com o acontecimento, que pode ser facilmente
usado como muleta em suas narrativas de intrínseca superioridade
ocidental em relação ao atraso muçulmano. Talvez fosse o que esperassem
desde sempre: algo que fizesse com que sua retórica de que “eles odeiam
nossas liberdades” parecesse menos pueril.
Afinal, nenhum dos países que estão coletivamente ultrajados é modelo de liberdade de expressão e imprensa. O próprio Charlie Hebdo adotou
seu nome atual nos anos 1970 para driblar sua proibição de circulação
pelo governo francês. A França atualmente ocupa o pouco invejável 39º lugar no ranking de liberdade de imprensa da
organização Repórteres Sem Fronteiras, que destaca as fracas proteções à
confidencialidade de fontes e a censura à divulgação de gravações ligadas a casos de corrupção. Asrepetidas investidas francesas contra a internet já resvalam na delegação total de poder à burocracia.
Já os EUA, sempre zelosos pela liberdade ocidental, aparentemente não têm qualquer problema em suprimir informações, se apropriar dos registros telefônicos de instituições jornalísticas sem mandado ou devido processo e prender whistleblowers e jornalistas.
Isso tudo para não falar das draconianas e francamente ridículas leis
de “propriedade intelectual” vigentes, usadas ostensivamente para o
silenciamento de discursos e manutenção do status quo corporativo dentro
dos EUA.
O caso do Reino Unido é curioso porque nós devemos nos perguntar se suas novas leis de censura à pornografia permitiriam que algumas das capas do Charlie Hebdo fossem publicadas. A Alemanha mal consegue conter seu entusiasmo ao censurar a internet. E, se os cartuns políticos do Charlie Hebdo parecem inofensivos, o que dizer dos jogos de video game, amplamente modificados e mutilados para se adequar às sensibilidades dos burocratas alemães?
Dilma
Rousseff, por outro lado, talvez pretendesse dizer que o Brasil não é
de fato uma sociedade democrática, uma vez que o “valor fundamental” que
é a “liberdade de imprensa” parece ser um dos mais desprezados por
estes lados. De acordo com aRepórteres Sem Fronteiras,
junto com os EUA, o Brasil é um dos “dois gigantes que dão um mau
exemplo”, o país ocidental que mata mais jornalistas (ultrapassando o
México). Também é o país que lidera ano após ano os
pedidos de retirada de conteúdo do Google, onde o trabalho da imprensa é
reiteradamente bloqueado por caciques políticos, onde não há efetiva
liberdade de manifestação e onde, incrivelmente, um fotógrafo foi considerado culpado pela justiça por ter sido baleado no olho durante um protesto.
É
verdade que os terroristas odeiam a liberdade de expressão. Mas nisso
eles não são diferentes dos países ocidentais. Eles só diferem em
método.
Erick Vasconcelos é jornalista e coordenador de mídias do Centro por uma Sociedade Sem Estado (c4ss.org)
População da região de Iguatu passa a ter transporte sanitário
Oito
municípios da 18ª Região de Saúde receberão na sexta-feira, 16 de
janeiro, os veículos especiais que vão garantir o transporte de
pacientes eletivos para o Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) e
a Policlínica regional em Iguatu. Os oito ônibus especiais, adaptados
para o transporte sanitário, atenderão à população de 195.730 habitantes
dos municípios de Acopiara, Cariús, Deputado Irapuan Pinheiro, Jucás,
Mombaça, Piquet Carneiro, Quixelô e Saboeiro, com capacidade de
transportar até nove mil pessoas mensalmente, entre pacientes e
acompanhantes. A solenidade de entrega dos veículos, com a participação
do secretário da saúde do Estado, Carlile Lavor, acontecerá na Praça
Demóstenes de Carvalho (Praça da Caixa Econômica), Centro de Iguatu, às 9
horas. Logo em seguida, haverá a transmissão da presidência do
Consórcio Público de Saúde, do prefeito Aderilo Alcântara, de Iguatu,
para o prefeito Vilmar Félix, de Acopiara. É o consórcio que faz a
gestão da policlínica e do CEO regionais.
A partir do dia 19 de janeiro, os pacientes que forem para consultas, exames e procedimentos no CEO regional e na Policlínica regional, em Iguatu, terão à disposição seis ônibus de 27 lugares e dois com 32 poltronas. Para a aquisição dos oito ônibus especiais, o investimento total de R$ 1.836.000,00 foi rateado meio a meio entre o governo do Estado de um lado e, do outro, os municípios contemplados com os veículos, cada parte no valor de R$ 918.000,00. As despesas de combustível e manutenção dos veículos correrão por conta dos municípios que receberão os veículos. Os ônibus atenderão os municípios consorciados, menos a sede de Iguatu, onde estão localizados o CEO e a Policlínica regionais, com capacidade para atender toda a demanda de deslocamentos até as duas unidades. Em um ano, de dezembro de 2013 a novembro de 2014, a Policlínica em Iguatu, construída pelo governo do Estado, realizou 51.759 atendimentos. Já o CEO, que era municipal, atendia somente a população de Iguatu, foi regionalizado e passou a atender toda a população da 18º Região de Saúde a partir de junho de 2014, realizou até novembro do ano passado 3.332 atendimentos.
O transporte sanitário de pacientes eletivos já é realidade em diversas regiões do Estado. Tudo para assegurar atenção integral aos pacientes. Ou seja, além da consulta e exames nas policlínicas, de atendimento especializado em saúde bucal nos CEOs, a população dos municípios das regiões de saúde de Crateús, Russas, Brejo Santo, Campos Sales, Caucaia e Itapipoca conta com transporte sanitário. Nas regiões de saúde de Tianguá e Limoeiro do Norte, a população tem garantia de transporte para atendimento nos CEOs regionais. Nessas regiões, o transporte sanitário é garantido pelos consórcios públicos de saúde, que têm a gestão dos CEOs e policlínicas regionais. Em dezembro, o Projeto de Formação e Melhoria da Qualidade da Rede de Atenção à Saúde (QualiSUS-Rede), garantiu transporte sanitário para as regiões de saúde de Juazeiro do Norte e Crato, com a entrega de 17 ônibus especiais para atender a população dos 19 municípios das duas regiões. Nesse caso, o QualiSUS-Rede, projeto de cooperação técnica entre o Banco Mundial (BIRD) e o Ministério da Saúde, garante transporte sanitário para atendimento eletivo em todo o sistema de saúde das regiões do Crato e Juazeiro do Norte, e não apenas nos CEOs e policlínicas regionais.
Assessoria de Comunicação da Secretaria da Saúde do Ceará
(85) 3101.5220/3101.5221
www.saude.ce.gov.br
Vereadores de Solonópole formarão comissão de investigação de verbas públicas
Confira Fotos.
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Leonardo Pinheiro foi fundamental na conquista de Camilo Santana diz Milton O Telemar
Milhã: Policia realiza prisão por infração a Lei Maria
RELATÓRIO DE OCORRÊNCIAS DO COPOM DO 9º BPM/CPI-SUL DO DIA 13/01/2015, (TERÇA-FEIRA) TURNO “A” DAS 07H00 ÀS 19H00 Imagem ilustrativa: Blogdowalterlima
Abalroamento enfrente ao Hospital de Solonópole
Copom.
Lei protege pais de abusos na lista de material escolar
Todos os
anos os pais se veem entre contas, impostos, presentes de fim de ano e gastos
com livros, farda e itens escolares. Contudo, uma norma tem protegido o bolso
de quem antes era obrigado a custear exageros no material coletivo. De acordo
com a Lei nº 12.886/2013, os custos com resmas de papel, produtos de higiene,
copos descartáveis, detergente e até giz não podem ser acrescidos na lista de materiais
que vai para os pais.
Na avaliação do advogado da CHC Advocacia, Antônio Emanoel Gurgel Passos, a lei visa a inibir o abuso constatado por algumas instituições de ensino nos anos anteriores. "Muitos colégios e creches costumam colocar, na lista de material escolar dos alunos, produtos que são de uso coletivo dos frequentadores da escola, desrespeitando o fato de que os gastos com material escolar de uso coletivo devem ser sempre considerados no cálculo do valor das anuidades."
Na avaliação do advogado da CHC Advocacia, Antônio Emanoel Gurgel Passos, a lei visa a inibir o abuso constatado por algumas instituições de ensino nos anos anteriores. "Muitos colégios e creches costumam colocar, na lista de material escolar dos alunos, produtos que são de uso coletivo dos frequentadores da escola, desrespeitando o fato de que os gastos com material escolar de uso coletivo devem ser sempre considerados no cálculo do valor das anuidades."
Segundo o especialista, os pais devem procurar os órgãos de defesa do consumidor caso lhes seja apresentada uma taxa sem que seja apresentada a lista do material; ou se o colégio exigir determinada marca de um produto, por exemplo. "A lei sancionada pela Presidente da República proíbe os colégios de exigirem itens de uso coletivo ou de uma determinada marca ou, ainda, provenientes de determinado estabelecimento, bem como de cobrar taxas para cobrir os custos dessas compras.", pontua.
Assessoria
de imprensa
Pery Negreiros: (85) 9104.2536
Lorena Alves: (85) 8864.2776
Ilo Santiago: (85) 9838.8000
Contato Carlos Henrique Cruz Advocacia
Emanoel Gurgel - OAB/CE 30.208: (85) 9148.1798
Pery Negreiros: (85) 9104.2536
Lorena Alves: (85) 8864.2776
Ilo Santiago: (85) 9838.8000
Contato Carlos Henrique Cruz Advocacia
Emanoel Gurgel - OAB/CE 30.208: (85) 9148.1798
Com libertários como os irmãos Koch, quem precisa do estado?
Kevin Carson - De que você chama alguém que quer roubar suas terras e sujeitá-lo a terremotos? David Koch, que é a favor dessas coisas, chama a si próprio de libertário. Numa entrevista para Barbara Walters no programa “This Week” da ABC, ele se descreveu como “basicamente um libertário”. Esse rótulo, de acordo com Koch, significa “conservador em questões econômicas e […] socialmente liberal.” Mas o que ele chama de conservadorismo econômico é absolutamente antilibertário, a não ser que sua ideia de liberdade econômica seja uma em que grandes empresas fazem o que querem passando por cima de qualquer um.
Na última semana, a Suprema Corte do estado americano do Nebraska rejeitou uma contestação constitucional às desapropriações em prol do oleoduto Keystone, abrindo caminho para a tomada de terras particulares (inclusive de aquíferos vulneráveis) para completar a extensão do duto até o Texas. Organizações lobistas financiadas pelos Koch estão em peso por trás do projeto Keystone (entre outras ações, elas financiam campanhas de propaganda contra os políticos que se opõem ao projeto). Oleodutos de longa distância, obviamente, dependem da concessão e do acesso preferencial dado pelo estado a grandes trechos de terra não-utilizada, além do uso de expropriações para tomar as terras de proprietários particulares que se recusam a vendê-las. Em geral, as indústrias de extração de petróleo e de carvão dependem há muito tempo do acesso privilegiado a terras estatais ou da remoção de populações de terras ricas em recursos naturais.
Em notícias relacionadas, o boletim da Seismological Society of America desta semana publicou uma pesquisa que atribuía uma série de 77 terremotos em Ohio — inclusive um que foi forte o bastante para ser sentido por humanos — ao fraturamento hidráulica. São resultados de uma pesquisa que ocorreu ao longo dos últimos anos que associa um alto número de terremotos que ocorreram em Oklahoma e no Texas ao fraturamento. Os terremotos em Ohio ocorreram todos ao longo de uma falha geológica devido aos deslizes ocorridos pelo processo de fraturamento, no qual enormes quantidades de água em alta pressão e substâncias químicas são injetadas no solo para fraturar a pedra de xisto e liberar o gás para extração. Aliás, a injeção de milhões de litros de misturas químicas em formações rochosas instáveis e permeáveis também não é lá muito bom para os lençóis subterrâneos.
Esse é o tipo de coisa que simplesmente não poderia ter sido feita sob o direito comum que vigorava nos estados americanos até mais ou menos os anos 1830. Sob o direito comum tradicional, você era responsável por aquilo que fizesse para prejudicar seu vizinho, ponto. Mas a partir do começo do século 19, as legislações estaduais fizeram amplas modificações nos padrões de responsabilização legal para torná-los mais amigáveis ao comércio — não apenas fazendo com que os pleiteantes em processos tivessem que provar negligência além de terem sido prejudicados, mas tratando “práticas comerciais e empresariais comuns” como escudos contra acusações de negligência. Se os padrões originais ainda estivessem em vigor, aqueles responsáveis por operações de fraturamento ou remoção do topo de montanhas que envenenassem os lençóis de todas as comunidades que compartilhassem um aquífero, ou causassem um aumento da incidência de câncer devido à poluição, ou mesmo destruíssem o ecossistema de todo um vale, seriam obrigados a compensações totais por um júri civil e provavelmente não acabariam com mais do que a roupa do corpo. E atividades como o fraturamento e a construção de oleodutos, que têm riscos não-negligenciáveis de causar poluição ao ar e à água — mesmo se tais riscos fossem “práticas comuns” — provavelmente não poderiam recorrer a seguros.
O enfraquecimento do direito comum nas cortes estaduais juntamente com os mínimos padrões regulatórios estabelecidos pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) sob as provisões legislativas de limpeza do ar e da água são tratados como escudos contra processos civis e criminais — a expressão “em conformidade com todos os padrões regulatórios” é uma defesa legal válida mesmo que comunidades tenham de fato sido prejudicadas pelas ações. Além de tudo isso, as regulamentações corporativistas que estão em vigor impõem limitações de responsabilização legal artificialmente baixas em coisas como derramamentos de petróleo em costas, vazamentos de oleodutos e acidentes nucleares, tornando essas atividades artificialmente lucrativas.
Logo, quando Charles Koch diz que ele é favorável à “liberdade econômica”, ele quer dizer que é favorável à liberdade de empresas de extração de combustíveis fósseis, refino e transportes — com proteção total do governo — para roubar, envenenar e prejudicar os outros sem consequências. Desse “libertarianismo” nós não precisamos.
Kevin Carson é pesquisador sênior do Centro por uma Sociedade Sem Estado (c4ss.org).
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Prefeita de Santana do Cariri nomeia novos secretários
Os respectivos, titulares de suas pastas no governo
municipal, foram empossados e prometeram trabalhar de forma intensa, o
secretariado ficou assim constituído:
Secretário de Governo
Francisco Edvan Pereira
Secretária de Trabalho e
Desenvolvimento Helena Dias
Secretário de Agricultura
Valdir Braúlio
Secretária de Assistência
Social Ana de Abreu Machado
Secretário de Obras
Antonio Alves de Lima
Secretária de Saúde Solange
Cidade Nuvens
Secretário de Educação José
Cidade Nuvens
Secretário de cultura e
turismo Mauricio Matos
Secretária de Meio Ambiente Ana
Sisnando
Ouvidoria do Município Pedro
Salviano
Secretário de Esportes Marcos
Wellington
Procuradoria Geral do Município
João Nuvens
Secretário de Administração
Antonio Rodrigues Menezes
Secretário de Finanças José
Gomes do Vale
Assessoria de Comunicação
Jornalista Amaury Alencar
Fuga da Baía de Guantánamo
Joel Schlosberg - No sábado, o campo de detenção da
Baía de Guantánamo liberou quatro de seus 136 detentos que não haviam sido
acusados de qualquer crime. Com seis anos de atraso, Barack Obama está próximo
de manter sua promessa: “Eu já
afirmei repetidas vezes que pretendo fechar Guantánamo e vou concluir esse
objetivo”. Quanto à promessa de restaurar o habeas corpus que acompanhava seu
discurso anti-Guantánamo durante a campanha, ele não está tão inclinado a
“concluir esse objetivo”.
Obama
disse à CNN que “haverá
um certo número irreducível de casos muito difíceis, de indivíduos que fizeram
algo errado e são muito perigosos, mas para quem é difícil coletar provas para
um processo tradicional nas cortes americanas, então teremos que lidar com esse
fato”. Esse é o mesmo Obama que emitiu uma ordem executiva dois
dias depois de se tornar presidente para “fechar prontamente os centros de
detenção em Guantánamo”, afirmando claramente que “os indíviduos presos em
Guantánamos possuem o direito constitucional ao habeas corpus”.
Isso é
democracia. - O presidente demorou até a segunda metade de seu segundo mandato
para dar esse minúsculo passo em direção ao fechamento de uma instalação que,
mesmo em termos puramente de realpolitik, é um problema da mesma dimensão da
Bastilha da França pré-revolucionária (onde o Antigo Regime poderia ter
resistido por mais algum tempo se tivessem libertado um ou outro prisioneiro
ocasionalmente). Seus custos são tão altos que Guantánamo faz com as prisões
americanas convencionais pareçam modelos de responsabilidade fiscal e faz com
que até seus defensores hesitem, como Nile Gardiner,
diretor do Centro pela Liberdade Margaret Thatcher da instituto conservador
Heritage Foundation.
Enquanto
isso, a Voice of America, o
órgão de propaganda oficial do governo dos Estados Unidos, coloca a culpa do
atraso nos “obstáculos impostos pelo Congresso dos EUA”, um argumento parecido
com o adotado por ideológos que pediram que o congresso “deixasse Reagan ser
Reagan” e implementasse o regime de laissez faire com que ele
sempre sonhou.
Emma
Goldman escreveu em “Prisões: falência e crime social”
que o “impulso natural do homem primitivo de revidar um golpe, de vingar-se de
uma ofensa, é anacrônico. Ao invés disso, o homem civilizado, despido de
coragem e audácia, tem delegado a um organizado maquinário a responsabilidade
de vingar-se por ele de suas ofensas, baseado na tola crença que o estado se
justifica ao fazer aquilo para o qual ele não tem mais a virilidade ou
consistência. A ‘majestade da lei’ é algo racional; ela não desce aos instintos
primitivos. Sua missão é de natureza ‘superior'”. Um século mais tarde, o
crescimento hipertrofiado da burocracia prisional dá suporte a essa observação
e também à insistência de Goldman de que “a esperança
de liberdade e de oportunidade é o único incentivo para a vida, especialmente para a vida de um presidiário. A sociedade tem pecado há muito contra eles e isto é o mínimo que ela deve deixar-lhes. Eu não estou muito esperançosa que isto ocorrerá, ou que qualquer mudança real nesta direção possa acontecer até que as condições que originam a ambos, o prisioneiro e o carcereiro, sejam abolidas para sempre”. Joel Schlosberg é ativista e colunista do Centro por uma Sociedade Sem Estado (c4ss.org).
de liberdade e de oportunidade é o único incentivo para a vida, especialmente para a vida de um presidiário. A sociedade tem pecado há muito contra eles e isto é o mínimo que ela deve deixar-lhes. Eu não estou muito esperançosa que isto ocorrerá, ou que qualquer mudança real nesta direção possa acontecer até que as condições que originam a ambos, o prisioneiro e o carcereiro, sejam abolidas para sempre”. Joel Schlosberg é ativista e colunista do Centro por uma Sociedade Sem Estado (c4ss.org).
Moto apreendida sem documentação no centro de Solonopole
Copom.
Açude Jenipapeiro atinge o nível mais baixo de sua história e risco de colapso é iminente
No município de Dep. Irapuan Pinheiro o causo também não é diferente, a situação do açude Jenipapeiro no distrito de Betânia, é preocupante e o risco de um colapso no sistema de abastecimento de água é iminente, se até meados de março, não houver registro de boas precipitações de chuva na região onde se localiza o reservatório.
Responsável pelo abastecimento de água da Sede
Municipal e distritos de Betânia, Aurora e comunidade rural de Cacimbinha, o
açude Jenipapeiro, atingiu este ano o nível mais baixo de toda a sua história.
De acordo com o Sistema de Abastecimento Autônomo e Esgoto (SAAE), o Jenipapeiro tem hoje 14% do seu volume de armazenamento o que corresponde aproximadamente 2 milhões de metros cúbicos de sua capacidade total.
O SAAE ainda alerta que a tendência é que o açude
continue perdendo volume sem perspectivas de recargas até que se inicie definitivamente
o período invernoso, já que as chuvas não começaram na região onde se localizam
o reservatório. O racionamento d’água a pouco mais de dois meses já vem sendo
realizado.
De acordo com o Diretor do SAAE, Wíres Severo, esta
é a primeira vez que o Jenipapeiro registrou seu menor nível, em toda sua
história, quando o Estado vivencia uma de suas maiores secas e o manancial
chega aos 14% de capacidade. Nesse momento, a Sede Municipal, os distritos e as
comunidades abastecidos pelo reservatório estão enfrentando racionamento.
Segundo Wíres, até o mês julho o Jenipapeiro vinha
se mantendo com volume de até 19%, mas começou a perder com mais rapidez no mês
de setembro, quando acabou o período chuvoso na região. Diante da redução
drástica de água, o SAAE já realiza a mais de dois meses atrás os serviços de
racionamento.
O diretor do SAAE Wíres Severo faz um apelo a população para que evite desperdiçar a água, mas que faça uso do líquido tão escasso na região de forma racional. O Açude Jenipapeiro é responsável por garantir o abastecimento de uma população superior a 1.471 famílias, e tem uma função importante na economia local.
Loja Rennie de Solonópole roubada no inicio da tarde de hoje
Copom.
Servir e proteger? Não, odiar e temer
Kevin Carson - A recente trajetória de eventos que levou à morte dos oficiais da polícia de Nova York Wenjian Liu e Rafael Ramos e a reação nacional da classe policial deixaram mais claro que nunca como a polícia se sente em relação ao público que supostamente serve e protege: têm muito medo. Por mais de vinte anos, o combate às drogas e a militarização policial estimularam uma tendência crescente da polícia urbana a enxergar as populações policiadas como áreas inimigas ocupadas. No livro de Radley Balko Rise of the Warrior Cop (“A ascensão do policial guerreiro”, em tradução livre para o português), eles admitem parar e sair de suas viaturas aleatoriamente em bairros não-brancos somente para mostrar força e lembrar aos residentes intimidados quem é que manda. E graças à proliferação de esquadrões da SWAT (estabelecidos originalmente somente para situações raras, como a libertação de reféns) mesmo em cidades pequenas e ao enorme fluxo de equipamentos militares a forças policiais de locais como Ferguson, essa atitude hostil e amedrontada em relação à população local chegou aos subúrbios americanos.
Enquanto isso, a cultura interna da polícia vem assumindo os mesmos tons paranoicos que fizeram com que o tenente Callen e seus homens massacrassem a população de Mỹ Lai. Desde os anos 1980, os policiais descrevem seus trabalhos com a mesma retórica militarista da Guerra do Vietnã. Mas essas autopercepções estão totalmente divorciadas da realidade. Os soldados no Vietnã de fato estavam sujeitos a um grande risco de morte. No caso dos policiais, porém, suas mortes em serviço caem ano após ano há décadas. O trabalho policial é o décimo mais perigoso (os dois mais perigosos são a exploração madeireira e a pesca); a coleta de lixo é mais perigosa que ser um policial.
Essa autoimagem conflituosa é norma na polícia há mais de vinte anos. Mais recentemente, a polícia se ressente cada vez mais do fato de que as filmagens de suas ações e as críticas que recebem (como após a perseguição dos acampamentos do movimento Occupy) impedem que eles exerçam sua autoridade como antes. Porém, a cultura policial entrou em estado de pânico em resposta aos protestos contra a morte de Michael Brown, em Ferguson, e às campanhas nacionais #WeCantBreathe e #BlackLivesMatter após os vereditos que inocentaram os policiais responsáveis pelas mortes de Brown e Eric Garner.
Em fóruns policiais, os oficiais se sentem livres para admitir como eles de fato nos enxergam: um bando de ingratos chorões, mimados demais para perceber que quem veste o uniforme azul os protege do caos. Virtualmente todas as pessoas não-brancas mortas por um policial são tratadas por adjetivos como “criminosos” ou “bandidos”. Os apologistas da polícia trabalham rapidamente para encontrar sujeira que caia no colo das vítimas. Eles retratam as vítimas com os termos mais bestiais, estereotipados e ameaçadores dos homens negros (têm fixação pela altura do garoto de 12 anos Tamir Rice, morto em novembro, e descrevem Michael Brown como um jogador de futebol fisicamente enorme que grunhia como um animal).
Poul Anderson escreveu certa vez que o governo é a única instituição que tem o direito de matar uma pessoa por desobedecê-lo. Isso fica claro no caso da polícia. Um porta-voz da polícia disse abertamente que, se você não deseja ser morto, obedeça às ordens da polícia sem questionar (como se isso fosse garantia suficiente, considerando que pessoas que em convulsão ou coma diabético já foram mortas por “resistirem à prisão”). Entre a população, a frase “Não resista! Não resista!” virou piada, mas mesmo a polícia acha graça do fato de que eles podem matar sem repercussões (por exemplo, as camisetas “We Show Up Early to Beat the Crowds“, vendidas pelo sindicato policial de Denver).
Para a polícia, qualquer crítica, mesmo a sugestão de que a polícia às vezes possa agir com força excessiva ou de acordo com o perfil racial de alguém é vista como uma ameaça existencial. Os mesmos fóruns mencionados acima estavam cheios de reclamações de que os protestos contra os vereditos dos casos Brown e Garner estavam “abrindo a temporada de caça” aos policiais. O sindicato dos policiais de Nova York avisou ao prefeito Bill de Blasio, depois de ele advertir seu filho mestiço a ser especialmente cuidadoso perto de policiais, que ele não seria bem-vindo a funerais de oficiais.
A paranoia policial chegou ao ponto de ebulição com os protestos após a morte de Michael Brown e os vereditos; a morte de Liu e Ramos fez com que ela se tornasse explosiva. Emails internos do Departamento de Polícia de Nova York acusaram De Blasio de ter “sangue em suas mãos” por suas observações e afirmava que os manifestantes eram cúmplices. Policiais em todos os Estados Unidos ecoam esses sentimentos.
Ou seja, os policiais culpam a todos pela hostilidade que levou às mortes de Liu e Ramos, exceto a si mesmos. Os policiais são profissionais no jogo do vitimismo.
O Departamento de Polícia de Nova York se considera agora em estado de guerra. Os policiais fazem patrulha apenas em pares, entregando mandados e convocações somente quando absolutamente necessário para fazer uma prisão. Depois de décadas afirmando quão inconcebivelmente perigoso seu trabalho é, a polícia novaiorquina responde a duas mortes em serviços em uma tropa de milhares — as primeiras mortes em três anos — como se fosse Pearl Harbor. Isso diz muito sobre quão privilegiados e abusivos os policiais são.
Nós podemos presumir com segurança que, se os policiais de Nova York minimizarem suas interações com a população ao mínimo necessário, os crimes perpetrados pelo público e pelos policiais só diminuirão. Talvez eles possam entrar em greve também — outro fenômeno historicamente associado a quedas drásticas no índice de criminalidade. É um jeito bom de tirar criminosos das ruas.
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