Conforme relatório de ocorrência do Copom do 9º BPM/CPI-SUL do dia 15/02/2015,(Domingo) Turno “A” DAS 07H00 ÀS 19H00.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Deputado Irapuan Pinheiro: arrombamento e furto a Loja Moveletro na sede e a Loja Mary Fashion no Distrito Betania
Carro preto atinge motociclista e não presta socorro na BR 226 a Assunção Solonopole
Conforme relatório de ocorrência do Copom do 9º BPM/CPI-SUL do dia 15/02/2015,(Domingo) Turno “A” DAS 07H00 ÀS 19H00
Marcadores:
100,
2007,
Assunção,
BR226,
Carro,
Distrito,
Hunter,
moto,
motocicleta,
Preto,
Sitio,
Sundown,
Vista Alegre,
Vitima,
Zona Rural
domingo, 15 de fevereiro de 2015
Aposentado foi vitima de morte súbita em Banabuiú
Conforme relatório de ocorrência dos Copom do 9º BPM/CPI-SUL do dia 14/02/2015, (Sábado),Turno “B” DAS 19H00 ÀS 07H00.
Agricultor sofre queda de moto no junco CE 371 Solonopole a Jaguaretama e foi transferido pra Fortaleza
Conforme relatório de ocorrência dos Copom do 9º BPM/CPI-SUL do dia 14/02/2015 , (Sábado),Turno “B” DAS 19H00 ÀS 07H00
Mãe procura a policia e diz que filho escondeu uma arma de fogo dentro de sua casa em Banabuiú
Conforme relatório de ocorrência dos Copom do 9º BPM/CPI-SUL do dia 14/02/2015 , (Sábado),Turno “B” DAS 19H00 ÀS 07H00
O mais novo monopólio capitalista: a oposição ao estado
Novos cercamentos, saques e
monopólios corporativos surgem em todos os lugares atualmente. Assistir os
noticiários é como assistir RoboCop ou Blade Runner quando vemos coisas como o
leilão de bens do município feito pelo “gerente de emergências” de Detroit para
rentistas corporativos, idêntico ao que Paul Bremer fez no Iraque com a
Autoridade Provisória. Por tudo isso, é muito difícil que eu me surpreenda. Eu
só não esperava que os capitalistas corporativistas conseguissem um monopólio
sobre o desgosto em relação ao governo. E, no entanto, é isso que o acadêmico Andrew
Hoberek sugere (Noah Berlatsky, “Watchmen and Neoliberalism: An Interview with
Andrew Hoberek“, The Hooded Utilitarian, 15 de janeiro).
Hoberek
argumenta que o quadrinista Alan Moore, em Watchmen, foi motivado por uma
desconfiança em relação às instituições em geral que remontava, mais do que
tudo, ao espírito anti-establishment dos anos 1960. Esse espírito era forte em
boa parte da esquerda de então, mas, de acordo com Hoberek, “se tornou parte
integral do discurso da direita neoliberal”. Seu entrevistador, Noah Belatsky,
observa que a desconfiança das instituições “deixou de ser uma característica
compartilhada da esquerda e da direita no período da Guerra Fria para se tornar
uma marca do neoliberalismo”.
Uau!
Eu sou de esquerda e anarquista e desconfio muito do governo e de instituições
hierárquicas em geral. Eu não fazia ideia de que tinha aberto mão de meus
direitos a essa posição! Talvez Hoberek e Berlatsky pensem que a direita
adquiriu propriedade sobre essas ideias “antigoverno” por usucapião. Mas eu
tenho expressado essas ideias bem ativamente por muito tempo, então não acho
que minhas ações possam configurar abandono.
Hoberek
também considera o “desgosto por organizações” de Obama (em que universo?)
“problemático” porque, embora ele tenha origem em suas raízes na organização
comunitária, desde então “o sentimento antigoverno se tornou uma das maiores
ferramentas dos que estão no poder”.
A
questão mais importante que Hoberek ignora é que neoliberais como Reagan e
Thatcher desgostam tanto do governo quanto oligarcas burocráticos como Stalin
avançavam o socialismo (no sentido de poder genuíno da classe trabalhadora e
controle dos meios de produção). De fato, ativismo estatal é central ao modelo
de neoliberalismo que Thatcher e Reagan promoviam. O capitalismo corporativo
depende fortemente do estado para garantir às indústrias extrativas o acesso ao
petróleo e aos recursos minerais no exterior, para proteger o controle do
agronegócio sobre terras roubadas e para proteger a “propriedade intelectual” —
o monopólio protecionista mais central aos lucros corporativos nesta época. Ele
depende do estado para subsidiar seus custos de distribuição e o processamento
de “recursos humanos” na casa de centenas de bilhões de dólares ao ano e para
gastar centenas de bilhões a mais no emprego da capacidade industrial ociosa ou
para absorver os custos extras do investimento de capital na forma de dívida
pública. O capitalismo de Reagan provavelmente necessita de um estado maior do
que o modelo do New Deal.
O
“sentimento antigoverno” pode até ser uma grande ferramenta de propaganda do
neoliberalismo, dado que parte do público o aceita e apoia a agenda neoliberal
por pensar que realmente está defendendo a “livre iniciativa” e “tirar o
governo das nossas costas”. Mas a efetividade dessa cortina de fumaça
ideológica depende em grande parte dos críticos do capitalismo corporativo, que
também aceitam essa pose “antigoverno” dos neoliberais.
Aceitar
o rótulo “antigoverno” sem exame é uma tolice estratégica. O estado não é
apenas central para a sobrevivência do poder corporativo, mas servir aos
interesses das elites capitalistas tem sido a função principal do estado
americano — como a de todos os estados — desde o começo. Remover as estruturas
de apoio ao capitalismo corporativo é a única coisa capaz de destruí-lo. Então,
ao nos privarmos unilateralmente da oposição ao estado somente porque os
capitalistas neoliberais falsamente se apropriaram do rótulo “antigoverno” é o
mesmo que deixar de explorar uma das maiores vulnerabilidades do seu inimigo.
Permitir
que o inimigo defina as suas categorias conceituais é o mesmo que perder a
batalha antes de lutar.
Kevin Carson é ativista e
pesquisador sênior do Centro por uma Sociedade Sem Estado (c4ss.org). O endereço original do texto é http://c4ss.org/content/35732
sábado, 14 de fevereiro de 2015
Prefeito Veridiano Sales de Banabuiú visita barracas de apoio
Confira Fotos.
Reportagem: Radialista Joel Moraes Assessor de Comunicação da Prefeitura de Banabuiú.
Bancada do PMDB no Senado discute setor elétrico com ministro
De acordo com o
líder Eunício Oliveira (CE), a escolha do tema se justificou pela preocupação
permanente da população em relação ao setor elétrico e as garantias do governo
de que o sistema conseguirá atender a demanda.
Como forma de
esclarecer dúvidas em relação ao cenário energético brasileiro e compartilhar
dados relevantes com a bancada, o ministro Eduardo Braga explicou que a pasta está
realizando um grande esforço de planejamento de curto, médio e longo prazos
para garantir um setor ainda mais seguro para os próximos anos.
Ao comparar o
racionamento de energia em 2001, Braga assegurou que o que diferencia daquele
momento para o atual é que apesar de os reservatórios estarem agora com menor
nível do que na época do racionamento, o setor passou a depender menos de fonte
hídrica.
“O que nos permite
enfrentar essa crise de falta de água é a diversidade da matriz energética”,
disse, se referindo a expansão de fontes de energia como as termelétricas a gás
e a carvão mineral, biomassa, destacando ainda as fontes alternativas, como a
eólica e solar.
Como forma de
ampliar a expansão do setor, o ministro assegurou a geração de mais 40 mil MW
de energia até 2019, sendo 6.400 MW de energia nova somente este ano. Eduardo
Braga também destacou o crescimento do sistema de transmissão de energia,
ressaltando os grandes investimentos e interligação entre as regiões.
O ministro informou
que um dos grandes entraves para que as obras sejam agilizadas e entregues a
tempo é a burocracia para liberação de licenças ambientais.
Nordeste: Segundo o ministro, o risco do Nordeste
enfrentar um racionamento de uso de energia é zero. Isso porque, apesar de registrar
um menor nível nas reservas do São Francisco, o investimento em outras fontes
de energia garante o fornecimento da região.
“O setor hoje é
muito diversificado e agora estamos ampliando mais. Estamos entrando num
sistema elétrico moderno com uma grande diversidade de matriz energética e com
um sistema de transmissão amplo. No Nordeste o risco de racionamento é zero
graças a geração de energia térmica, eólica e de biomassa”, afirmou.
Presente na
reunião, o ex-ministro de Minas e Energia Edson Lobão, enalteceu o trabalho que
vem sendo exercido pelo atual gestor da pasta e defendeu os investimentos
feitos durante os governos do ex-presidente Lula e da presidente Dilma
Rousseff. Lobão refutou as críticas de que o setor não faz planejamento.
“Antigamente o Brasil não tinha uma linha de transmissão adequada para a época
(antes do governo Lula). Antes não tinha planejamento, hoje temos”, afirmou.
O ministro Eduardo
Braga ainda colocou a pasta a disposição do legislativo para que novos projetos
possam ser elaborados como também pediu o apoio da bancada para que as ações
planejadas e com orçamento a ser aprovado pelo Congresso também tenham a atenção
dos senadores. Braga ainda informou que amanhã estará reunido com a presidente
Dilma Rousseff para apresentar novas ações da pasta que aguardam somente
aprovação para que sejam executadas.
Também participaram
da audiência as senadoras Sandra Braga, Simone Tebet e Rose de Freitas além dos
senadores Dário Berger, Garibaldi Alves, João Alberto, Roberto Requião,
Waldemir Moka, Ricardo Ferraço, José Maranhão, Luiz Henrique, Romero Jucá e
Valdir Raupp. www.eunicio.com.br
É hora de destruir o DRM
No dia 20 de janeiro, a Electronic Frontier Foundation (EFF) anunciou o lançamento do projeto Apollo 1201, dedicado à erradicação do DRM (Digital Rights
Management, literalmente “gestão de direitos digitais”, em português) no mundo.
Capitaneado pelo ativista Cory Doctorow, o projeto pretende “acelerar o
movimento para revogar legislações que protegem o DRM”, além de estimular um
“mercado de alternativas viáveis a essas trancas digitais”. Para a EFF, as
tecnologias de DRM “ameaçam a segurança e a privacidade dos usuários, distorcem
o mercado”, suprimem a inovação e são ineficazes na proteção da “propriedade
intelectual”.
A EFF tem razão em se preocupar com os efeitos
do DRM, que tem estendido o escopo da propriedade intelectual no mundo inteiro.
Como a EFF observa, o DRM já se tornou tão embrenhado em nossa sociedade que um
mundo sem essas tecnologias é difícil de imaginar. Contudo, o debate se torna
ainda mais relevante com a disseminação das impressoras 3D, capazes de produzir
bens protegidos por “PI”, e com os avanços pelas corporações, que tentam
controlar mais e mais os produtos já comprados pelos consumidores.
A Keurig, por exemplo, tentou lançar
recentemente uma cafeteira protegida por DRM, que só processa o café “oficial”
da empresa, cujos recipientes têm uma marca especial. Os consumidores não
ficaram tão felizes por terem que hackear sua máquina de espresso para poderem
fazer um café, uma vez que os grãos “2.0” não estavam disponíveis em quantidade
suficiente para atender à demanda.
A Apple, por outro lado, está envolvida numa
longa corrida de gato e rato contra os usuários que fazem “jailbreak” em seus
produtos — apesar de há muito tempo já ter perdido a batalha no mercado da
música e ter sido obrigada a adotar padrões abertos em seus produtos. A Amazon,
que agora está interessada em adquirir apenas séries “exclusivas” para seu
serviço de streaming, já tem longa experiência com o uso de padrões
proprietários para restringir as opções dos consumidores na compra de ebooks
para seus Kindles. Já a Netflix, em concorrência com a Amazon e com apoio
entusiasmado da Motion Picture Association of America (MPAA), tem barrado
usuários de outras regiões que desejam acessar o acervo muito mais completo do
serviço disponível dentro dos EUA através de serviços de VPN.
Os aparelhos de videogame são dos itens mais
atingidos, com trancas digitais que impossibilitam seu uso em caso de
modificação. Além disso, os últimos anos viram a popularização de esquemas de
“passes online”, notoriamente pela Electronic Arts e pela Ubisoft, desenhados
para suprimir o mercado de jogos usados, fazendo uma nova cobrança de
“autenticação” além do preço que já foi pago à empresa pela cópia do jogo
originalmente. A duas empresas também ganharam notoriedade por seus jogos que
requerem conexão permanente à internet (mesmo jogos de um só jogador) ou, no
mínimo, autenticação periódica junto aos servidores oficiais.
Elas não são as únicas. A ampliação dos direitos
de “propriedade intelectual” nos últimos anos tem sido tão extensa e intrusiva
que agora, os detentores dos “direitos autorais” se sentem livres para
interferir na produção de conteúdo que anteriormente seria considerado fair
use. A Nintendo, por exemplo, acaba de criar o chamado “Creator’s Program” no
Youtube. Nele, os usuários que utilizam gravações de jogos da empresa para a
criação dos próprios vídeos (especialmente os populares “Let’s Plays”) têm que
se registrar junto à Nintendo para que seus vídeos sejam “aprovados” e para que
revertam para ela 70% da receita de publicidade que gerarem. Não deveria ser de
se surpreender para uma empresa que fez lobby bem sucedido pela proibição do
aluguel de videogames no Japão nos anos 80 (que permanecem proibidos até hoje)
e tentou passar a mesma legislação nos EUA.
Na internet, a Mozilla recentemente foi
pressionada pelos “detentores de conteúdo” a implementar os padrões fechados
adotados pela indústria em seu navegador Firefox. A Mozilla os implementou,
embora relutantemente, para não perder os usuários de serviços de streaming. A
Mozilla, inclusive, destaca um dos maiores problemas com qualquer esquema de
gestão de direitos digitais: eles são um problema de segurança, uma vez que
dependem de o código não estar disponível ao usuário. E é um problema antigo: o
escândalo do rootkit implementado pela Sony BMG em 2005 já mostrava o potencial
destrutivo desses sistemas.
Porém, enquanto as corporações tentam montar um
campo de força em volta do conteúdo que controlam, os usuários encontram formas
de consumi-lo sem vigilância, quebrando travas e driblando suas restrições.
Enquanto as corporações tratam seus consumidores como potenciais criminosos e
tentam controlar cada passo que dão com “seu” conteúdo, os piratas fornecem
facilidade e conforto.
O mundo do DRM é um mundo de ineficiência e má
prestação de serviços. Não é de admirar que as grandes corporações gostem tanto
do DRM. Elas são a faceta mais ineficiente de nossa economia e seriam
destruídas numa economia genuinamente livre — sem “propriedade intelectual” e
“gestão de direitos digitais”.
Erick
Vasconcelos é jornalista e editor do Centro por uma Sociedade Sem Estado (c4ss.org)
O endereço original do texto é http://c4ss.org/content/35732
Começou o carnaval das águas de Banabuiú 2015
Confira Fotos.
Reportagem; Radialista Joel Morais - Assessor de Comunicação da Prefeitura de Banabuiú
Arrombamento a residencia na zona rural de Assunção Solonopole
Copom.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Famílias de baixa renda beneficiados com taxa nos vestibulares
E no segundo ano as famílias de baixa renda beneficiados com a taxa de inscrição nos vestibulares
das universidades federais e dos institutos federais
A Lei sancionaria em
abril de 2013 determina que a isenção deve ser requerida por estudante que
tenha renda familiar percapta igual ou inferior a um salario minimo e meio,
tenha cursado Ensino Médio completo no
ensino publico como bolsista integral em escola privada.
A proposta teve
inicio com projeto de lei apresentado pelo deputado Fabio Souto (DEM-BA), o
relator da Comissão de Educação deputado Valdenor Pereira (PT-BA) destaca que
especialmente no cerca de 300 institutos federais de educação. A Lei tem um
papel importante na inclusão, "Ela esta ampliando especialmente a
participação das populações mais carentes dos estudantes oriundos da escola
pública, vestibulares das instituições federais e todo Brasil".
A medida não se
aplica as instituições de ensino estaduais ou municipais. Nesses casos é
preciso Lei local para conceder a inserção.
Reportagem: Vania
Alves da Rádio Câmara de Brasilia-DF.
Prefeitos do Cariri Oeste farão mobilização para discutir a seca nos municípios
Esses temas, conforme a prefeita de Santana do Cariri,
Daniele Machado, serão discutidos com os colegas gestores municipais, no
sentido de que possamos colocar todas as demandas dos municípios de nossa
macrorregião, a fim de que possamos levar ao governador do Estado, Camilo
Santana, e a presidente da republica, Dilma Russef, as nossas principais
reivindicações é um grito de socorro que os municípios, estão dando porque hoje
com os parcos recursos que estamos recebendo estamos praticamente impossibilitado
de administrar os municípios, que hoje estão de pires na mão.
A iniciativa, já conta com o apoio de sete municípios, que
irão adotar essa temática, os municípios participantes são:
Solonópole medidas protetivas de urgência
COPOM.
Prefeito desrespeita servidores do município de Solonópole diz vereador
Ainda lamentou o parlamentar sobre o Poder Executivo ter retirado os 3% dos servidores, sendo assim, desrespeitando os servidores do Município de Solonópole. Confira Fotos.
Marco Archer sobreviveria no Brasil?
Com a execução de Marco Archer na
Indonésia no último sábado (17/01), por tráfico de cocaína, uma pergunta vem à
tona: até que ponto a guerra às drogas irá reverter as conquistas do processo
civilizatório com suas penas cruéis e desproporcionais?
Não é apenas a Indonésia que aplica pena de morte para a compra e venda de
drogas proibidas. De acordo com relatório da Harm Reduction International,
organização que defende políticas de redução de danos para as drogas, 33 países
e territórios preveem pena de morte por crimes de drogas — em 13 deles a
sentença é obrigatória.
A situação desses países é anômala até mesmo para os parâmetros internacionais
da guerra às drogas, como definidos pelo Escritório de Drogas e Crimes da ONU.
Em uma nota de 2010, o diretor executivo do órgão afirma que a
política de drogas deve estar sujeita ao direito internacional dos direitos
humanos: a pena de morte, se existir, deve estar restrita a crimes que atentam
contra a vida.
O princípio do direito internacional é radical: o estado não pode ter a última
palavra quanto a nossos direitos. Contudo,
contraditoriamente, ele reconhece a legitimidade do estado para criminalizar as
drogas e acaba autorizando sua brutalidade, tanto explícita como no caso da
Indonésia como as mais sutis que encontramos em países do Ocidente.
Um relatório da ACLU (União
Americana pelas Liberdades Civis), de 2013, mostrou que, no sistema
penitenciário norte-americano, mais de 3.000 detentos estavam presos condenados
à prisão perpétua sem direito à liberdade condicional por crimes não violentos,
abrangendo desde delitos de drogas até contra a propriedade.
Casos como o de Dale Wayne Green são frequentes: condenado à prisão perpétua
sem direito à liberdade condicional por seu papel como um intermediário na
venda de maconha no valor de R$ 20. Isso porque essa seria sua “terceira
falta”.
Em 2009, incrivelmente, a sentença média em casos de estupro era de 6 anos de
prisão, enquanto a lei americana determina penas mínimas pela posse de
determinadas quantidades de drogas em 10 anos de prisão, dobrando para 20 em
caso de condenação anterior.
No Brasil, a situação é parecida. Tramita no congresso proposta de lei,
que contava com o apoio do candidato de oposição nas
últimas eleições, de redução da maioridade penal para “crimes
hediondos”, dentre os quais a legislação brasileira inclui o
“tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins”.
A tendência para o endurecimento das leis de drogas brasileiras é clara após as
eleições de 2014, que elegeu vários congressistas com palanques estridentes antidrogas.
Enquanto isso, a presidente reeleita Dilma Rousseff também prometia fortalecer
“segurança pública” com mais concentração de poder no governo federal, como
durante a Copa do Mundo, defendendo uma integração entre polícias e forças
armadas.
As consequências do combate às drogas no país são visíveis: várias cidades
brasileiras entraram na lista de cidades com maior número de homicídios do
planeta e o país tem uma extensa lista de execuções ligadas ao tráfico – embora
extrajudicialmente, claro.
A criminalização das drogas cria o ciclo de violência relacionado à droga
atualmente no Brasil. Precisamos lutar pela redução do papel do direito
criminal justamente para reduzir a violência. O preço da liberdade é a eterna
vigilância, e, em nosso próprio país, temos de ter consciência de que Marco
Archer não foi a primeira nem será a última vítima brasileira da guerra às
drogas.
A Indonésia é cruel, mas o Brasil não fica tão atrás. Marco Archer
provavelmente não sobreviveria nem mesmo aqui.
Valdenor
Júnior é advogado e escritor do Centro por uma Sociedade Sem Estado (c4ss.org)
Para Eunício, falta de obras hídricas no Ceará é preocupante
O problema, alerta
Eunício, é sério e preocupa, principalmente em relação à falta de obras
hídricas no Ceará. Na avaliação do senador, ações como a perfuração de poços
profundos já deveriam estar em andamento no Estado.
Para o senador,
outro fato que também merece atenção é o fim da vinda da refinaria para o
Ceará. Na sua opinião, o ex-governador do Estado, Cid Gomes, sabia, desde
setembro, que o Ceará havia perdido o empreendimento, mas mesmo assim a
refinaria foi bastante divulgada durante o período eleitoral. “Foi o maior
calote eleitoral da história política do Ceará e quem sabe do Brasil”,
observou, lamentando ainda que parlamentares como ele, que lutaram para
garantir a refinaria ao Estado, também foram enganados.
O senador também
foi questionado sobre uma possível instalação, no Senado, de uma Comissão
Parlamentar de Inquérito para investigar as denúncias de corrupção envolvendo a
Petrobrás. De acordo com o Eunício Oliveira, há uma movimentação no Congresso
Nacional para que seja instalada uma CPI mista, ou seja, uma Comissão com a
participação da Câmara Federal e do Senado, para investigar a estatal.
O peemedebista foi
taxativo ao afirmar que, caso essa CPI venha a se concretizar, ele assinará sua
instalação e, como líder do seu partido na Casa, também terá o papel de indicar
membros para a Comissão. “Indicarei os membros desta comissão na qualidade de
líder do PMDB", reforçou.
Por fim,
questionado se o PMDB irá participar da disputa eleitoral em Fortaleza, em 2016,
Eunício informou que tem conversado com o senador Tasso Jereissati (PSDB) e
outras lideranças partidárias, para que façam uma grande composição e tenham
candidatura própria, com o intuito de mudar o atual quadro da saúde,
segurança pública , mobilidade urbana e outras áreas. www.eunicio.com.br
Vice prefeito de Solonópole Carlos Kleber se reune com líder do governo em Brasila-DF
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Roubo a Casa Lotérica de Deputado Irapuan Pinheiro
Outra ação aconteceu
no dia 03/01/2015, por volta das 07h50min numa tentativa frustada
onde dois elementos um alto e outro baixo, ambos de capacetes e armados de
revolveres, no qual utilizaram um moto CG de cor vermelha, tentaram o ato porém
sem êxito, não conseguiram no inicio do ano nenhuma quantia da casa lotérica do
município de Deputado Irapuan Pinheiro. Foto: Pelo radialistaWelio Ferreira.
Cras de Solonopole realiza oficina de mascaras carnavalescas com Jovens da terceira idade
As oficineiras Idovânia Pinheiro e Elaine Oliveira foram as facilitadoras desse momento onde todos puderam produzir sua máscara de carnaval para cair na folia que será sábado, dia 14 de fevereiro, no baile de carnaval para os idosos do município, na Avenida do Estudante.
Acesse no facebook: Cras Solonopole
Confira Fotos.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Banco do Nordeste oferece vaga para assessor do crediamigo em Solonopole e Jaguaretama
Desejável - Conhecimento em informática básica / Experiência em vendas,
captação de clientes, negociação e cobranças / Superior em
Administração: Ciências Contábeis, Economia ou áreas afins.
Beneficios - Salário Base + Situacional + Remuneração Variável /
Treinamentos (interno e externos) / Plano de Saúde (Camed) / Plano
Odontológico (Unimed) / Plano de Previdência Privada / Auxílio
Alimentação e Auxilio Cesta Básica (BNB Clube Alimentação) / Auxilio
Creche para filhos menores de 07 anos; Seguro de Vida; Auxilio
Universidade.
Informações:Interessados deverão enviar os currículos para o endereço eletrônico rh_credi_ce_jn@inec.org.br do dia 10/02/2015 até 13/02/2015 ou entregar no endereço abaixo:
Unidade Crediamigo Jaguaribe-Ceará ou, no Posto de Atendimento Crediamigo de Jaguaretama A/C Valdivino Rodrigues ou Wende Pinheiro. Trabalhe conosco.
Procure na Casa do Cidadão no Centro da Cidade de Solonópole.
o que é preciso CLIQUE AQUI
Contatos:
Valdivino (88) 8834-0930
Wende Pinheiro (88) 8834-0931.
Informações:Interessados deverão enviar os currículos para o endereço eletrônico rh_credi_ce_jn@inec.org.br do dia 10/02/2015 até 13/02/2015 ou entregar no endereço abaixo:
Unidade Crediamigo Jaguaribe-Ceará ou, no Posto de Atendimento Crediamigo de Jaguaretama A/C Valdivino Rodrigues ou Wende Pinheiro. Trabalhe conosco.
Procure na Casa do Cidadão no Centro da Cidade de Solonópole.
o que é preciso CLIQUE AQUI
Contatos:
Valdivino (88) 8834-0930
Wende Pinheiro (88) 8834-0931.
Abalroamento no centro da cidade de Solonópole
COPOM.
Jaguaretama registra acidente com vitima fatal
Copom.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
O mais novo monopólio capitalista: a oposição ao estado
Novos
cercamentos, saques e monopólios corporativos surgem em todos os lugares
atualmente. Assistir os noticiários é como assistir RoboCop ou Blade Runner
quando vemos coisas como o leilão de bens do município feito pelo “gerente de
emergências” de Detroit para rentistas corporativos, idêntico ao que Paul
Bremer fez no Iraque com a Autoridade Provisória. Por tudo isso, é muito
difícil que eu me surpreenda. Eu só não esperava que os capitalistas
corporativistas conseguissem um monopólio sobre o desgosto em relação ao
governo. E, no entanto, é isso que o acadêmico Andrew Hoberek sugere (Noah
Berlatsky, “Watchmen and Neoliberalism: An Interview with Andrew Hoberek“, The
Hooded Utilitarian, 15 de janeiro).
Hoberek argumenta que o quadrinista Alan Moore, em Watchmen, foi motivado por uma desconfiança em relação às instituições em geral que remontava, mais do que tudo, ao espírito anti-establishment dos anos 1960. Esse espírito era forte em boa parte da esquerda de então, mas, de acordo com Hoberek, “se tornou parte integral do discurso da direita neoliberal”. Seu entrevistador, Noah Belatsky, observa que a desconfiança das instituições “deixou de ser uma característica compartilhada da esquerda e da direita no período da Guerra Fria para se tornar uma marca do neoliberalismo”.
Uau! Eu sou de esquerda e anarquista e desconfio muito do governo e de instituições hierárquicas em geral. Eu não fazia ideia de que tinha aberto mão de meus direitos a essa posição! Talvez Hoberek e Berlatsky pensem que a direita adquiriu propriedade sobre essas ideias “antigoverno” por usucapião. Mas eu tenho expressado essas ideias bem ativamente por muito tempo, então não acho que minhas ações possam configurar abandono.
Hoberek também considera o “desgosto por organizações” de Obama (em que universo?) “problemático” porque, embora ele tenha origem em suas raízes na organização comunitária, desde então “o sentimento antigoverno se tornou uma das maiores ferramentas dos que estão no poder”.
A questão mais importante que Hoberek ignora é que neoliberais como Reagan e Thatcher desgostam tanto do governo quanto oligarcas burocráticos como Stalin avançavam o socialismo (no sentido de poder genuíno da classe trabalhadora e controle dos meios de produção). De fato, ativismo estatal é central ao modelo de neoliberalismo que Thatcher e Reagan promoviam. O capitalismo corporativo depende fortemente do estado para garantir às indústrias extrativas o acesso ao petróleo e aos recursos minerais no exterior, para proteger o controle do agronegócio sobre terras roubadas e para proteger a “propriedade intelectual” — o monopólio protecionista mais central aos lucros corporativos nesta época. Ele depende do estado para subsidiar seus custos de distribuição e o processamento de “recursos humanos” na casa de centenas de bilhões de dólares ao ano e para gastar centenas de bilhões a mais no emprego da capacidade industrial ociosa ou para absorver os custos extras do investimento de capital na forma de dívida pública. O capitalismo de Reagan provavelmente necessita de um estado maior do que o modelo do New Deal.
O “sentimento antigoverno” pode até ser uma grande ferramenta de propaganda do neoliberalismo, dado que parte do público o aceita e apoia a agenda neoliberal por pensar que realmente está defendendo a “livre iniciativa” e “tirar o governo das nossas costas”. Mas a efetividade dessa cortina de fumaça ideológica depende em grande parte dos críticos do capitalismo corporativo, que também aceitam essa pose “antigoverno” dos neoliberais.
Aceitar o rótulo “antigoverno” sem exame é uma tolice estratégica. O estado não é apenas central para a sobrevivência do poder corporativo, mas servir aos interesses das elites capitalistas tem sido a função principal do estado americano — como a de todos os estados — desde o começo. Remover as estruturas de apoio ao capitalismo corporativo é a única coisa capaz de destruí-lo. Então, ao nos privarmos unilateralmente da oposição ao estado somente porque os capitalistas neoliberais falsamente se apropriaram do rótulo “antigoverno” é o mesmo que deixar de explorar uma das maiores vulnerabilidades do seu inimigo.
Permitir que o inimigo defina as suas categorias conceituais é o mesmo que perder a batalha antes de lutar.
Kevin Carson é ativista e pesquisador sênior do Centro por uma Sociedade Sem Estado (c4ss.org)
Hoberek argumenta que o quadrinista Alan Moore, em Watchmen, foi motivado por uma desconfiança em relação às instituições em geral que remontava, mais do que tudo, ao espírito anti-establishment dos anos 1960. Esse espírito era forte em boa parte da esquerda de então, mas, de acordo com Hoberek, “se tornou parte integral do discurso da direita neoliberal”. Seu entrevistador, Noah Belatsky, observa que a desconfiança das instituições “deixou de ser uma característica compartilhada da esquerda e da direita no período da Guerra Fria para se tornar uma marca do neoliberalismo”.
Uau! Eu sou de esquerda e anarquista e desconfio muito do governo e de instituições hierárquicas em geral. Eu não fazia ideia de que tinha aberto mão de meus direitos a essa posição! Talvez Hoberek e Berlatsky pensem que a direita adquiriu propriedade sobre essas ideias “antigoverno” por usucapião. Mas eu tenho expressado essas ideias bem ativamente por muito tempo, então não acho que minhas ações possam configurar abandono.
Hoberek também considera o “desgosto por organizações” de Obama (em que universo?) “problemático” porque, embora ele tenha origem em suas raízes na organização comunitária, desde então “o sentimento antigoverno se tornou uma das maiores ferramentas dos que estão no poder”.
A questão mais importante que Hoberek ignora é que neoliberais como Reagan e Thatcher desgostam tanto do governo quanto oligarcas burocráticos como Stalin avançavam o socialismo (no sentido de poder genuíno da classe trabalhadora e controle dos meios de produção). De fato, ativismo estatal é central ao modelo de neoliberalismo que Thatcher e Reagan promoviam. O capitalismo corporativo depende fortemente do estado para garantir às indústrias extrativas o acesso ao petróleo e aos recursos minerais no exterior, para proteger o controle do agronegócio sobre terras roubadas e para proteger a “propriedade intelectual” — o monopólio protecionista mais central aos lucros corporativos nesta época. Ele depende do estado para subsidiar seus custos de distribuição e o processamento de “recursos humanos” na casa de centenas de bilhões de dólares ao ano e para gastar centenas de bilhões a mais no emprego da capacidade industrial ociosa ou para absorver os custos extras do investimento de capital na forma de dívida pública. O capitalismo de Reagan provavelmente necessita de um estado maior do que o modelo do New Deal.
O “sentimento antigoverno” pode até ser uma grande ferramenta de propaganda do neoliberalismo, dado que parte do público o aceita e apoia a agenda neoliberal por pensar que realmente está defendendo a “livre iniciativa” e “tirar o governo das nossas costas”. Mas a efetividade dessa cortina de fumaça ideológica depende em grande parte dos críticos do capitalismo corporativo, que também aceitam essa pose “antigoverno” dos neoliberais.
Aceitar o rótulo “antigoverno” sem exame é uma tolice estratégica. O estado não é apenas central para a sobrevivência do poder corporativo, mas servir aos interesses das elites capitalistas tem sido a função principal do estado americano — como a de todos os estados — desde o começo. Remover as estruturas de apoio ao capitalismo corporativo é a única coisa capaz de destruí-lo. Então, ao nos privarmos unilateralmente da oposição ao estado somente porque os capitalistas neoliberais falsamente se apropriaram do rótulo “antigoverno” é o mesmo que deixar de explorar uma das maiores vulnerabilidades do seu inimigo.
Permitir que o inimigo defina as suas categorias conceituais é o mesmo que perder a batalha antes de lutar.
Kevin Carson é ativista e pesquisador sênior do Centro por uma Sociedade Sem Estado (c4ss.org)
Pagina
Assinar:
Postagens (Atom)