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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Caso Larissa em Senador Pompeu no Ceará segue quase em silêncio

Foto: Walter Lima 
Segundo a familia,supostamente nessa hora a garota já estava morta. Comprovou a enfermeira ao sair com o carro em movimento e retornaram a unidade hospitalar.

Por volta de meio dia de 31 de Outubro de 2012, a pequena Larissa Ferreira Lemos de apenas 4 anos,filha única do casal Antonio Degivan Pereira Lemos e Vera, comeu na escola um bolinho, levado para seu lanche.
Ao chegar em casa, lamentou de dores no abdome, para o pai. Foram para o hospital da cidade aproximadamente ás 13h00. Maternidade e Hospital Santa Isabel (Hospital Filantrópico que tem Convênios, com SUS, o governo do estado e com o município). O único na sede.

Não sabemos precisamente quanto tempo levou para os primeiros atendimentos, ficando em observação: A tarde e noite. Na manhã do dia 1°, o médico foi solicitado na intenção de mobilizar-se atenção à paciente já em estado anormal.
Segundo informações da família, ele não atendeu, provavelmente às 07:30 saiu para o programa saúde da família PSF, retornando umas 11:00. Medicou novamente a criança dizendo que ela iria ficar bem, sumiu novamente,depois solicitado pelo hospital só para fazer a transferência. Supostamente nessa hora a garota já estava morta. Comprovou a enfermeira ao sair com o carro em movimento e retornaram a unidade hospitalar.

De acordo com informações dos familiares, ao chegar o médico olhou para ela( enfermeira) e disse: Pelo o amor de Deus,era pra você ter seguido viagem. O tio abalado respondeu: Porquê seguir viagem se a menina já está morta? Não justifica sofrer mais. ..
O pai e o tio levaram o corpo ao (IML) Instituto Médico Legal de Quixeramobim, para saber as causas da morte. Lá informaram que o IML não estava funcionando para causas naturais.

Um dos tios relatou, que manteve contatos e infelizmente soube, que para descobrir as causas da morte, a patologia no Estado estava parada.
Em contato conosco o tio de Larissa reclamou dizendo: Se estiver doente, vai procurar auxílio no hospital e não numa pizzaria.

Ainda os familiares da vitima complementaram que, no IML de Quixeramobim o médico disse não poderia afirmar, mais percebeu visualmente o caso, poderia ter sido excesso de medicamentos e,comentou que era mais sofrimento levar para a capital. Acrescentou que a transferência dada só servia de rascunho.

Em contato com a recepção do Hospital, Quinta Feira às 23:04 do dia 1° de Novembro, recebi informações de que a criança foi internada dia 1° de Novembro ás 07h05 , com diarreia e vômito e foi transferida às 13:45.
Ainda informou que receberam um FAX dizendo não haver no IML, médico patologista, que não havia equipamentos suficientes no Estado do Ceará, para comprovar as causas.

Informações sobre o caso você poderá mandar um e-mail para:
walterlima_cantor@hotmail.com ou walterlimacontato@gmail.com

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