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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Três cidades do Sertão Central não registram índice de infestação de dengue

Três cidades da região elencam a lista Senador Pompeu. Acumular água em casa, em caixas d’água, tanques e outros recipientes, têm sido uma alternativa para amenizar os problemas causados pela seca. Mas o hábito pode trazer um problema: a dengue. O mosquito se aloja em pontos de água onde deposita seus ovos. Mas há municípios que passou por todo o ano sem registrar índice de infestação. Os dados são da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa).

O levantamento da reportagem da edição desta segunda-feira (28) da editoria Regional do jornal Diário do Nordeste, mostra que 35 municípios do interior não registram índices de infestação, um fato a se comemorar. Três deles são da região do Sertão Central: Senador Pompeu, Milhã e Mombaça.

De um total de 111 dos 184 municípios cearenses, que realizaram Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa), 12 (10,81%) apresentaram alta taxa; 32 (28,83%) estão em situação média e 67 (60,36%) estão em situação satisfatória. Chamam a atenção os 35 municípios com índice de infestação zero (ver o mapa).

No lado oposto, segundo o LIRAa, há elevada taxa de infestação predial nas cidades de Capistrano (14,5%), Canindé (13,7%), Baturité e São Luís do Curu (8,5%), Varjota (7,2%), Farias Brito (6,9%), Irauçuba (5,5%), Aracoiaba (5,4%), Jaguaretama (5,2%), Ipaumirim (4,7%), Coreaú (4,5%), e Marco (4,4%).

A principal preocupação, agora, é com a possibilidade de interrupção do trabalho preventivo e de combate aos focos do vetor, com chegada do fim de gestões, que podem interromper o trabalho que vinha sendo feito, e o início da pré-estação chuvosa, que habitualmente começa em dezembro.

Leia a reportagem completa na edição desta segunda-feira (28) no Diário do Nordeste >> 35 municípios não têm focos de Aedes aegypti

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