O coração artificial tem vida útil de 30 dias, mas Margarete se submeteu à assistência circulatória mecânica por 43 dias. Na terça-feira, 9 de abril, 26 dias após o transplante, ela reencontrou o marido e os dois filhos. Margarete passou cinco meses internada no Hospital de Messejana, após diagnóstico de miocardiopatia periparto, problema cardíaco decorrente do parto. Após a alta, ela retornará com a família para Solonópole, onde mora, com um coração novo no peito. O Hospital de Messejana foi pioneiro no Brasil na utilização de Dispositivos de Assistência Ventricular e hoje é referência nacional no procedimento.
Em 2012, o Ceará ficou em segundo lugar em transplantes de coração no país. Por milhão da população, o número de transplantes desse órgão passou de 3,0 em 2011 para 3,3 em 2012, superado pelo Distrito Federal, com fez 7,0 transplantes de coração por milhão da população em 2011. Por estado, o número total de transplantes de coração foi de 78 em São Paulo, 30 em minas Gerais e 28 no Ceará. Em 2013, já são seis transplantes de coração realizados no Hospital de Messejana. Dez pessoas estão internadas à espera do transplante. Desde 1999, quando o procedimento foi implantado, ocorreram 280 transplantes de coração no Ceará.
Os transplantes de coração são realizados no Ceará pelo Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes, hospital da Secretaria da Saúde do Estado. O HM é uma unidade terciária especializada no diagnóstico e tratamento de doenças cardíacas e pulmonares, dispondo de todos os procedimentos de alta complexidade nestas áreas e destacando-se nos transplantes cardíaco e pulmonar. A instituição atende pacientes dos 184 municípios do Ceará e das regiões Norte e Nordeste do País.
Assessoria de Comunicação da Sesa
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