A Cerimônia de Encerramento da Fase Diocesana do Processo de Beatificação conclui a Fase Local e inicia a Fase Romana do Processo de Beatificação. Consiste na solenidade de lacramento – mediante juramento e assinatura de atas – de três urnas com os autos do Inquérito Eclesiástico, uma com o original (Arquétipo) e as outras duas com cópias (Transunto e Cópia Pública). Após a cerimônia, o Arquétipo fica guardado na Diocese de Crato e as duas cópias seguem para a Congregação das Causas dos Santos, no Vaticano. O dia 24 de Outubro, data do seu martírio, acontece na Cidade de Santana do Cariri, uma grande romaria em seu louvor. Este ano de 2013 a romaria de Benigna será de caráter Diocesano para marcar os 72 anos do martírio de Benigna, a Heroína da Castidade .
Na próxima etapa, chamada de fase Romana, a Congregação para a Causa dos Santos, órgão da Santa Sé que trata desses assuntos, nomeia um novo tribunal, com teólogos e peritos do Direito Canônico e legistas que retomam e estudam todos os documentos produzidos na fase diocesana do processo. Ao final, a Congregação lança um documento chamado ‘Positio’, com o qual se afirma o grau de virtudes do candidato. Nessas duas fases ainda não se fala em milagre. Com o caso de Benigna, se for constatado martírio, não será preciso aguardar um milagre ocorrido por intercessão da mártir para torná-la beata. Somente, no caso de canonização, que será preciso um milagre para ser declarada oficialmente Santa. Jornalista Amaury Alencar.
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